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Atuações do Botafogo contra o Remo: acéfalo e invertebrado

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Regular, Domingos levou a nota mínima. Errou tudoFoto: Vítor Silva/Botafogo

É comovente a briga do Botafogo, acéfalo e invertebrado, por uma vaga na Série B de 2027. Mesmo com a porcentagem baixa, segundo as previsões, o time não desiste. Nesta quarta-feira (28), por exemplo, o time alvinegro reuniu toda a ruindade possível para perder para o penúltimo colocado Remo por 2 a 1, no Mangueirão, pela rodada 33 desta edição do Campeonato Brasileiro. Veja, na sequência, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos alvinegros.

AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO

BATISTA – Levou um gols dos possantes Jajá e Picco. Nem saiu na foto. Não conseguiu, desta vez, impedir mais um desastre – NOTA: 4,0

VITINHO – Tímido no apoio. Quando, enfim, apareceu, em uma ultrapassagem, centrou mal. Fraco na retaguarda – NOTA: 3,0

FERRARESI – Como sempre, diante de um meio de campo, tão acéfalo, tentou armar o time. Novamente, foi o mais seguro do sistema defensivo – NOTA: 5,0

MARÇAL – Sempre chegou atrasado e ficou em pânico quando percebeu que estava no um contra um diante dos atacantes do Remo. Completamente perdido. Outro que buscou o ataque em desespero. Descolou, no entanto, uma assistência de cabeça para Edenilson marcar – NOTA: 3,5

TELLES – Meteu o louco e jogou como ala. Chegou a cair sozinho de forma patética. O lado esquerdo da defesa virou uma verdadeira avenida para o ataque do Remo. Levou um calor de Marcelinho. Ao menos, no ataque, centrou uma bola na cabeça de Cabral – NOTA: 0,5

DOMINGOS – Justificou o porquê sempre foi preterido desde a chegada ao Botafogo. Pecou na marcação, nos botes e na proteção à zaga. No gol do Remo, fez um gesto incompreensível diante de Marcelinho. Difícil defendê-lo. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Edenilson – NOTA: ZERO

HUGUINHO – Rodopiou, agregou mais dinâmica ao meio de campo e teve chegada à frente. Com o time acéfalo em criação, arriscou um chute perigoso da entrada da área. Continuou chutando durante o segundo tempo. Mostrou brios, saindo como titular, pela primeira vez, como “8” – NOTA: 5,5

MEDINA – Ciscou e não acertou nenhuma tabela. Voltou a andar em campo, deixando o Mais Tradicional com um a menos. Demorou para sair. Tiquinho, enfim, o substituiu durante o segundo tempo – NOTA: ZERO

ZIYECH – Completamente longe do ritmo ideal. Preparação física está matando o seu futebol. Nem dominar a bola direito a criança conseguiu durante o primeiro ato do espetáculo. Ainda levou uma caneta de Picco. Triste. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Júnior Santos – NOTA: 0,5

MARTINS – Improdutivo. Não teve o escape. Incapaz de passar pela marcação, cruzar da forma adequada e ajudar na recomposição defensiva. Errou quase tudo. Perdeu a vaga para Toledo durante o intervalo – NOTA: 1,0

CABRAL – Levou azar na melhor chance do Botafogo em 45 minutos. O Mamute testou para baixo e acertou a trave. Nos lances seguintes, foi o inimigo do ataque, como de praxe. Bem aquém. Mas a pelota quase não chegou também – NOTA: 3,0

TOLEDO – É um jogador que parece liso, mas não consegue sair da linha de impedimento ou tomar as melhores decisões – NOTA: 3,5

PAULINHO – Chegou à frente sem acrescentar muito – NOTA: 4,0

EDENILSON – Mergulhou bonito para descontar para o Botafogo e teve alguma presença de área – NOTA: 6,0

TIQUINHO – Mais móvel do que Cabral. Saiu da área, mas saiu do relvado apenas como coadjuvante – NOTA: 4,5

JÚNIOR SANTOS – O Anjo das Pernas Confusas obrigou o goleiro Rangel a, enfim, trabalhar durante o prélio – NOTA: 5,0

TÉCNICO: TITE – Talvez o time só acorde mesmo quando chegar ao Z4. Escalou e mexeu mal, permitindo que o Remo tivesse liberdade para ficar em vantagem numérica nos contra-ataques. Voltou a insistir com Cabral e manteve Medina, inoperante, por muito tempo. Um desastre. Aliás, mais um – NOTA: ZERO

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