Depois de uma surpreendente Copa do Mundo por Cabo Verde, o goleiro Vozinha, de 40 anos, está de casa nova. Nesta semana, o veterano foi apresentado como o mais novo reforço do Colo-Colo, gigante do Chile.
Durante o Mundial, o atleta foi sondado por diversas equipes do mundo inteiro, como o Inter Miami, de Lionel Messi, Luis Suárez e companhia, mas optou por assinar com o clube sul-americano.
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Da expectativa pelos valores do contrato à luta pelo seu próprio apelido, os primeiros dias de Vozinha em Santiago, capital chilena, estão sendo muito movimentados. Veja abaixo alguns dos detalhes da chegada do goleiro ao “Cacique”:
Salário “modesto”
A expectativa em relação ao salário de Vozinha no Colo-Colo era alta. Segundo informações divulgadas pela Rádio ADN, do Chile, o contrato do goleiro prevê o pagamento mensal de 47 milhões de pesos chilenos (na cotação atual, aproximadamente R$ 254 mil).
Os valores não colocam o cabo-verdiano no teto salarial da equipe. Nem perto disso, na verdade. O dono dos maiores vencimentos do time é Arturo Vidal, meio-campista de grande relevância internacional que defendeu Flamengo e Athletico-PR no Brasil nesta década.
O volante de 39 anos recebe 114 milhões de pesos chilenos por mês (cerca de R$ 616 mil), quase o triplo do que Vozinha receberá em seu contrato.
A reportagem coloca o salário do goleiro como semelhante aos dos meio-campistas Tomás Alarcón e Felipe Méndez, outras contratações recentes do clube.
Luta pelo apelido
De cara, Vozinha encontrou um problema no futebol chileno. De acordo com o regulamento oficial da liga local, os jogadores só podem utilizar seus sobrenomes para a identificação nas camisas utilizadas na competição.
Apelidos nos uniformes são proibidos pela ANFP (Associação Nacional de Futebol Profissional, entidade máxima do futebol chileno). Para usar “Vozinha” ao invés de “Évora Dias” ou apenas “Dias”, o goleiro precisará de uma autorização especial.











