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EUA encontram mais de 1 milhão de novos arquivos sobre Epstein

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Jeffrey EpsteinDivulgação/Departamento de Justiça dos Estados Unidos

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira (24) que localizou mais de 1 milhão de documentos adicionais potencialmente ligados ao caso Jeffrey Epstein, o que deve atrasar por algumas semanas a liberação dos arquivos determinada por uma nova lei federal de transparência.

Segundo comunicado divulgado nas redes sociais, o órgão afirmou que promotores do Distrito Sul de Nova York e o FBI comunicaram a descoberta do novo material e alertaram para a necessidade de mais tempo para revisar os documentos antes da divulgação pública, conforme exige a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, sancionada no mês passado.

ENTENDA A LEI: Por que os arquivos de Epstein vieram a público só agora?

O Departamento de Justiça declarou que seus advogados estão “trabalhando dia e noite” para revisar o material e aplicar as redações legais obrigatórias, destinadas a proteger vítimas e investigações em andamento.

Devido ao volume massivo de material, esse processo pode levar mais algumas semanas. O Departamento continuará cumprindo integralmente a lei federal e a orientação do presidente [Donald] Trump para divulgar os arquivos”, afirmou o órgão.

Maior lote divulgado reúne 30 mil páginas

Na terça-feira (23), o Departamento de Justiça divulgou o maior conjunto de documentos até agora, com cerca de 30 mil páginas relacionadas ao caso Epstein, incluindo registros que mencionam o presidente Donald Trump e 10 cúmplices antes não citados.

Em nota oficial, o órgão afirmou que algumas referências a Trump nos documentos incluem “alegações falsas e sensacionalistas” enviadas ao FBI pouco antes da eleição de 2020 e que não foram usadas por falta de credibilidade.

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