A manhã desta segunda-feira (12) fez com que os torcedores do Flamengo sonhassem mais alto pelo retorno de um jogador extraclasse. O rubro-negro negocia com West Ham por Lucas Paquetá, com quem já acertou tudo. O meia agora tenta convencer os ingleses a liberá-lo para onde foi revelado. Ele para elevar ainda mais o patamar de uma equipe que foi dominante no Brasil em 2025.
Ainda que conte com a com a vontade do cria do Ninho, as negociações estão longe de serem simples. Segundo o jornal The Athletic, a primeira proposta de 35 milhões de euros (R$220 milhões de reais na cotação atual) foi recusada pelo clube londrino, que pede 50 milhões de libras (R$360 milhões). O Tottenham até já enviou uma oferta deste valor, mas ele só tem o ex-time em mente.
| Odds Campeão do Brasileiro 2026 | ||
|---|---|---|
| Flamengo | Palmeiras | Cruzeiro |
| 3.00 | 4.50 | 8.00 |
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Fatores que fazem Paquetá elevar o patamar do Fla
Caso se concretize, a contratação de Paquetá seria a maior da história do futebol brasileiro. E não seria por acaso. Afinal, o jogador ainda tem 28 anos e possui mercado na Europa. A chegada de um nome de expressão do velho continente que está longe de dar errado por lá e de estar em fim de carreira seria um feito inédito para o cenário nacionao — neste século. E deixaria a equipe de Filipe Luís ainda muito mais forte que já é.
Qualidade de sobra
Apesar da queda de rendimento no último ano, provavelmente condicionada pelas acusações de manipulação de apostas esportivas, o meia tem uma qualidade bem acima da média para o padrão do Brasil. Não à toa, era uma obsessão de Pep Guardiola, que tentou o levar para o Manchester City duas vezes. Pelo que mostrou no futebol mais competitivo do mundo, é difícil imaginar ele não sendo o grande destaque do Flamengo, que para muitos já tem alguns dos melhores jogadores do país
Números ofensivos de Paquetá no West Ham
- Jogos: 139
- Gols: 23
- Assistências: 15
- Passes decisivos: 167
- Acerto no drible: 52%
Variedade de posições
Para além do seu nível, Paquetá pode entrega a Filipe Luís uma valência que poucos conseguem: a possibilidade de atuar em diversas posições. Não só no West Ham e no Lyon, clubes que representou na Europa, como também nos tempos de rubro-negro, o meia demonstrou que pode atuar tanto um pouco recuado como mais à frente, seja pelos lados ou faixa central do campo. Ainda viveu os momentos de centroavante no início da carreira, por necessidade, e foi muito bem.
Respiro para Arrascaeta
Com o fator “coringa” do jogador, ele certamente poderia assumir o posto de armador do time. Isso certamente não aconteceria na maior parte dos jogos, já que Arrascaeta é o responsável pela função. Mas o Fla teria mais uma peça que estaria, no mínimo, na sua altura para quando precisasse dar um respiro maior. Mesmo não tendo sido o caso da última temporada, em que foi o melhor do país, o camisa 10 tem dificuldades físicas para manter-se bem fisicamente durante todo ano.
Intensidade que Filipe gosta
Muitos jogadores acima da média não entregam tanto taticamente, e são até um pouco reguardados dessa parte pelo talento que possuem. Lucas Paquetá, entretanto, está longe de se portar assim em campo. Ele é considerado uma peça intensa, tanto na parte defensiva quanto ofensiva. Essa característica casa perfeitamente com que Filipe Luís pede. O treinador exige que seus comandados entreguem em intensidade, principalmente na marcação pressão após a perda da posse.
Números defensivos de Paquetá no West Ham
- Jogos: 139
- Duelos ganhos: 885
- Bolas recuperadas: 694
- Desarmes: 301













