Aos 44 anos, a atriz Marjorie Estiano movimentou as redes sociais ao compartilhar cliques do gala do Globo de Ouro, realizado no Rio de Janeiro. A artista apareceu deslumbrante em um vestido branco com recortes ousados, que evidenciou uma de suas tatuagens mais comentadas.
O vestido escolhido para a ocasião destacou o desenho que estende na lateral do copo, entre a região da axila e a coxa e com inscrições em japonês.
A tatuagem voltou a despertar curiosidade entre fãs e internautas, que passaram a questionar, mais uma vez, o significado dos símbolos.
Mas, a atriz brinca com o significado da tatuagem. Em 2016, durante a participação no Altas Horas, Marjorie contou, de forma bem humorada, que a tatuagem significaria “tequila e vodca”.
Ela também brincou ao dizer que teria outra tatuagem em árabe, que significa “quibe, esfiha e tabule”.
A fala descontraída da atriz acabou gerando proporções maiores do que o esperado, e muita gente acreditou que os significados eram reais, o que fez com que Marjorie se pronunciasse, reforçando que prefere manter o real sentido dos desenhos em sigilo.
Sempre discreta
Conhecida por sua discrição, a atriz também chamou atenção ao surgir acompanhada do namorado, o médico Márcio Maranhão, com quem mantém um relacionamento desde 2022 e costuma evitar exposições públicas.
Márcio tem uma carreira consolidada na área da saúde, com três décadas de atuação no Rio de Janeiro, que incluem passagem pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Ele também atuou como consultor da série Sob Pressão e é autor do livro que inspirou a produção, projeto no qual conheceu a atriz.
A presença dos dois no evento e o look escolhido pela atriz reforçam o estilo marcante da artista, que, mesmo mantendo a vida pessoal longe dos holofotes, segue despertando interesse do público a cada aparição.
Atualmente, a atriz estrela a série da HBO, Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, série baseada no podcast “Praia dos Ossos”, da Rádio Novelo, que narra a história real do trágico assassinato de Ângela Diniz, que aconteceu nos anos 1970.
A jovem socialite foi morta a tiros pelo seu ex-parceiro Doca Street, que não aceitou a separação.
O julgamento inocentou Street sob a “tese da legítima defesa da honra”. A produção busca retratar quem realmente era Ângela, uma mulher que ousou viver nos próprios termos e sempre lutou por sua liberdade.
























