A Receita Federal abre na próxima terça-feira (23) a consulta ao segundo lote da restituição do Imposto de Renda 2026. Os pagamentos serão realizados em 30 de junho para os contribuintes que têm valores a receber.
O dinheiro será depositado diretamente na conta bancária ou na chave Pix informada durante o envio da declaração.
No primeiro lote, a Receita liberou cerca de R$ 16 bilhões para aproximadamente 8 milhões de contribuintes. Ao todo, serão cinco lotes de restituição neste ano.
A consulta poderá ser feita pelo site da Receita Federal, na área “Meu Imposto de Renda”, por meio da opção “Consultar a Restituição”.
Confira o calendário dos próximos pagamentos:
- lote: 30 de maio;
- lote: 30 de junho;
- lote: 31 de julho;
- lote: 28 de agosto;
- lote: 30 de setembro.
Como consultar a restituição
Para verificar se foi incluído neste lote, o contribuinte deverá acessar o portal da Receita Federal e informar:
- CPF;
- Data de nascimento;
- Ano de exercício da declaração (2026).
A consulta também poderá ser feita pelo aplicativo oficial da Receita Federal, disponível para celulares e tablets.
Quem não for contemplado nesta etapa continuará concorrendo aos próximos lotes, conforme o processamento das declarações.
Quem recebe primeiro
A Receita Federal segue uma ordem de prioridade para o pagamento das restituições. Recebem antes:
Idosos com 80 anos ou mais; Idosos com 60 anos ou mais, pessoas com deficiência e portadores de moléstia grave; Contribuintes cuja principal fonte de renda seja o magistério; Quem utilizou a declaração pré-preenchida e escolheu receber a restituição via Pix; Demais contribuintes, de acordo com a data de entrega da declaração.
Na prática, quem entregou a declaração mais cedo costuma ter mais chances de receber nos primeiros lotes, desde que não existam pendências.
Como saber se caiu na malha fina?
Além de consultar a restituição, o contribuinte também pode verificar se a declaração apresenta algum problema que impeça o pagamento.
A consulta pode ser feita pelo portal e-CAC, onde é possível acessar o extrato da declaração e conferir possíveis inconsistências.
Entre os principais motivos que levam uma declaração para a malha fina estão erros de preenchimento, divergência de informações, omissão de rendimentos e problemas relacionados a deduções informadas.
Caso seja identificada alguma pendência, o contribuinte poderá enviar uma declaração retificadora para corrigir os dados.
O que fazer se cair na malha fina?
Se a declaração foi preenchida corretamente com base nos informes de rendimentos, o contribuinte não precisa alterar as informações imediatamente.
Em muitos casos, a inconsistência está nos dados enviados à Receita por empresas, bancos, corretoras ou planos de saúde.
A orientação é conferir todos os valores informados na declaração e compará-los com os comprovantes recebidos. Se as informações estiverem corretas, o recomendado é entrar em contato com a fonte pagadora para solicitar a correção dos dados enviados ao Fisco.
*Estagiária sob supervisão














