Internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no último sábado (15), por conta de uma pneumonia viral, o narrador Galvão Bueno, de 75 anos, atualizou seu estado de saúde em publicação feita nesta terça-feira (18).
“Bem amigos das redes sociais, milhões de amigos das redes sociais. Antes de falar sobre mais um empate da Seleção, quero agradecer todas as mensagens, o carinho e a preocupação de vocês com a minha saúde”.
“Ainda estou no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, mas já para sair e voltar ao trabalho. Tive uma pneumonia viral, nada de muita gravidade, mas que tem que ser muito bem tratada. Segunda-feira já estou aí, no ‘Galvão e Amigos’ e aqui, no dia a dia com vocês”, revelou Galvão.
Além de revelar sua melhora, o comunicador também aproveitou o espaço para avaliar o empate da seleção brasileira contra a Tunísia nesta tarde. O amistoso realizado na França foi o último do time canarinho no ano.
“Agora, vamos à Seleção. De verdade, acredito que o Ancelotti já tem na cabeça mais da metade do time titular. Falta, talvez, o goleiro e as laterais. Aposto em Militão na direita, formando uma linha de três zagueiros. Daí para frente, já está quase tudo definido. Casemiro e Bruno Guimarães no meio-campo, e uma linha de atacantes que começa com o excelente Estêvão, promessa de ser uma das estrelas da Copa, passa por Rodrygo e termina com Vini Jr. na esquerda”.
“‘Mas não falta um, Galvão?’ Falta sim. Hoje, Ancelotti começou com Matheus Cunha de 9, mas, durante o jogo, entrou o Vitor Roque com muito futebol e cara de ‘quero esse lugar’. Ainda existem algumas outras dúvidas. Raphinha, quando voltar, entra no lugar de quem? Ou não entra. E a outra pergunta: Neymar vai à Copa ou não? Pelo futebol de hoje, não. Mas ainda falta muito tempo. Está tudo bem? Não. Falta um grande jogo e gols, mas, pelo menos, acredito que já temos uma cara, de time de futebol”, avaliou Galvão.
Brasil x Tunísia
Em jogo duríssimo disputado no Estádio Pierre-Mauroy, em Lille, na França, a seleção brasileira empatou em 1 a 1 com a Tunísia nesta terça-feira (18), no último amistoso de 2025.
A partida foi marcada pelo clima hostil encontrado pelo time canarinho no norte francês, que incluiu sinalizadores e gritos de “olé”. Pela proximidade e o grande fluxo migratório, a esmagadora maioria da torcida era africana.
O duelo contra a Tunísia representou a última da seleção brasileira neste ano. Agora, o time canarinho volta a campo em março de 2026, quando deve enfrentar França e Croácia.
Depois disso, o Brasil terá mais dois amistosos antes da Copa do Mundo, em junho, pouco antes do início do torneio que será sediado na América do Norte.













