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Fim de jejuns é a marca do empate arrancado pelo Atlético-MG

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Bernard no empate do Atlético-MG contra o Del VallePedro Souza/Atlético

O Atlético-MG viu a força do seu plantel enfim aparecer para arrancar um empate heróico, em 1 a 1, com o Independiente Del Valle, na terça-feira (21), no etádio Banco Guayaquil, na altitude de 2850m de Quito, pela ida da semifinal da Sul-Americana. Quando tudo parecia perdido, os dois “cobras” do elenco entraram para mostrar que ainda conhecem os caminhos do gol.

Já nos acréscimos da etapa final, duas das maiores esperanças dos atleticanos, mas que não vem correspondendo, colocaram a igualdade no placar debaixo do bolso: Dudu tabelou com Hulk para, com o gol vazio, empurrar a bola pras redes do adversário.

O fato de dois nomes deste tamanho começarem uma semi de torneio continental no banco, diz muito sobre o momento vivido por ambos. E este novo suspiro por um recomeço para os atacantes pode ser o símbolo da  virada de chave do Galo na temporada.

Jejuns encerrados com gol crucial

O gol que deixa a equipe de Jorge Sampaoli em boas condições para chegar à decisão — joga por uma vitória simples em casa — teve um significado ainda maior para os grandes responsáveis por ele. Afinal, encerrou jejuns que certamente os incomodavam.

Há mais de quatro meses no clube, Dudu marcou pela primeira vez com a camisa alvinegra. O camisa 92 vive temporada turbulenta, com saída polêmica do Cruzeiro para o maior rival. E só passou a receber mais oportunidades após a chegada do treinador argentino.

Hulk, por outro lado, vive um momento atípico no Atlético. Não à toa, a dificuldade de criar e fazer gols gerou uma consequência inimaginável para grande maioria dos torcedores: foi sacado do time titular. O ídolo ainda vive o maior jejum de bolas na rede pelo Galo — 14 partidas — mas, com a última assitência, encerrou o de 12 jogos sem participação direta para gol.

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