Autor do gol de empate por 1 a 1 da seleção brasileira contra a Tunísia, de pênalti, Estêvão disse que queria bater a segunda cobrança, mas respeitou a ordem de Carlo Ancelotti para que Lucas Paquetá recebesse a oportunidade. O meio-campista do West Ham, porém, desperdiçou a oportunidade e mandou para fora. O jogo aconteceu nesta terça-feira (18), em Lille, na França.
“Eu estava com muita vontade de bater, mas veio a ordem, então dei para o meu companheiro, confiei no meu companheiro. Não foi dessa vez, mas agora é trabalhar para se Deus quiser a gente buscar o nosso objetivo”, disse ele à Globo.
“Então, é claro que eu apoio meu companheiro ao máximo para ele poder fazer o gol. Infelizmente ele errou, mas acabei servido a treinar para evoluir, porque numa Copa do Mundo a gente tem que aproveitar essas oportunidades”, afirmou.
Feliz pelo gol, triste pelo resultado
Melhor jogador da Seleção na partida, Estêvão lamentou o resultado. A partida contou com mais testes do técnico Carlo Ancelotti, que promoveu três mudanças no time titular e mais alterações no intervalo.
“Muito feliz pelo gol, mas triste pelo resultado, porque a gente podia sair com a vitória. Mas, hoje, jogamos com uma seleção forte, que se impôs aqui dentro de campo. Então, agora é seguir. É um ano de muitos altos e baixos, mas pude lidar com tudo o que aconteceu. E poder estar aqui na seleção brasileira significa que o trabalho está sendo bem feito no clube, está sendo bem feito em casa. Então, eu fico muito feliz por estar representando a seleção brasileira”, disse ele.













