São tantos jogadores representativos na história, que é difícil não mudar um ou outro nome toda a vez que escalo o MEU CORINTHIANS DE TODOS OS TEMPOS.
Cássio, que saiu do Corinthians porque quis, é um caso: perdeu o lugar nos meus 11 e, hoje, está atrás de Ronaldo, Dida, Cabeção, Tobias…
Sofro por deixar de fora, desta vez, Rivellino, Neto, Teleco, Roberto Belangero, Oreco, Biro-Biro, Vampeta, Emerson Sheik, Tevez, Grané… Gamarra, por ter encerrado a carreira no rival, não entra no meu Corinthians.
Ronaldo Fenômeno, Roberto Carlos e Garrincha, enormes na história do futebol, são menos importantes que outros atacantes se focarmos apenas no que fizeram pelo time do povo.
Tite e Guerrero, que poderiam ser lembrados pela participação no bicampeonato mundial, são nomes descartados porque são MENTIROSOS e quem mente e não tem palavra não tem nem nunca terá o meu respeito.
Como o é o meu Corinthians, os critérios são meus. E, pelos meus critérios, Marcelinho Carioca, que estaria presente por todas as razões esportivas, fica fora: não dá para esquecer que ele presentou um genocida apologista da tortura e da ditadura, torcedor do maior rival e idiota a ponto de ser conta vacina e mostrar caixa de cloroquina pruma ema, com uma camisa do clube.
Ao contrário do que pregam alguns isentões covardes, tudo é política. Em qualquer lugar e mais ainda no time do Sócrates, o maior ídolo da história do clube, e da Democracia Corinthiana!
Eis o MEU CORINTHIANS DOS 116 ANOS: Ronaldo; Zé Maria, Chicão, Domingos da Guia e Wladimir; Rincón, Basílio, Sócrates e Luizinho; Neco e Baltazar. Técnico: Oswaldo Brandão.
Vitão Raiz
Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL! É tudo nosso! É nóis aqui no iG com a coluna Vitão Raiz!












