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Acadêmicos de Niterói é rebaixada no Grupo Especial do Rio

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Acadêmicos de NiteróiFagner Vilela/iG

A apuração do Grupo Especial do Rio, realizada nesta quarta-feira (18), na Cidade do Samba, confirmou a queda da Acadêmicos de Niterói. Com 264,6 pontos, a agremiação terminou na última colocação e disputará a Série Ouro em 2027.

Ao todo, 12 escolas foram avaliadas em nove quesitos: bateria, harmonia, evolução, samba-enredo, enredo, mestre-sala e porta-bandeira, comissão de frente, alegorias e fantasias. A diferença de décimos foi determinante na classificação final.

Enquanto a escola de Niterói encerrou a tabela, a Unidos do Viradouro conquistou o título com 270,0 pontos.

Beija-Flor de Nilópolis e Unidos de Vila Isabel ficaram empatadas na segunda posição, com 269,9 cada. Acadêmicos do Salgueiro (269,7) e Imperatriz Leopoldinense (269,4) completaram as cinco primeiras colocações.

Acadêmicos de NiteróiFoto: Fagner Vilela/iG
Acadêmicos de NiteróiFoto: Fagner Vilela/iG
Acadêmicos de NiteróiFoto: Fagner Vilela/iG
Acadêmicos de NiteróiFoto: Fagner Vilela/iG
Acadêmicos de NiteróiFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
Acadêmicos de NiteróiFoto: Fagner Vilela/iG
Acadêmicos de NiteróiFoto: Fagner Vilela/iG
Acadêmicos de NiteróiFoto: Fagner Vilela/iG
Acadêmicos de NiteróiFoto: Fagner Vilela/iG
Carro abre-alas da Acadêmico de Niterói apresenta falhaFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
Comissão de frente da Acadêmicos de NiteróiFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
Comissão de frente da Acadêmicos de NiteróiFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
Bateria da Acadêmicos de NiteróiFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG

Também figuraram no ranking Estação Primeira de Mangueira (269,2), Unidos da Tijuca (268,7), Acadêmicos do Grande Rio (268,7), Paraíso do Tuiuti (268,5), Portela (267,9) e Mocidade Independente de Padre Miguel (267,4).

Acadêmicos de Niterói

Acadêmicos de NiteróiRodrigo T. Ribeiro/iG

Com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a escola revisitou a trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva desde a infância no agreste pernambucano até a chegada à Presidência da República.

A narrativa começa na paisagem seca do interior de Pernambuco, onde Dona Lindu criou os filhos em meio à escassez. Entre dificuldades e histórias populares que ajudavam a explicar a dureza da vida, o menino Luiz Inácio sonhava com um futuro diferente enquanto subia em um pé de mulungu para enxergar além do horizonte.

Acadêmicos de NiteróiRodrigo T. Ribeiro/iG

A mudança veio em 1952, quando a família enfrentou quase duas semanas de viagem em um pau de arara rumo a São Paulo. Na capital paulista, Lula trabalhou desde cedo e se formou torneiro mecânico pelo Senai, profissão que marcou sua identidade.

Em meio à ditadura militar, aproximou-se do movimento sindical, tornou-se liderança nas greves do ABC e participou da criação de um partido ligado aos trabalhadores.

Anos depois, após sucessivas candidaturas, foi eleito presidente da República, levando ao Palácio do Planalto a promessa de olhar para os mais pobres. 

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