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Segurança: conheça os planos dos candidatos ao governo de MG

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Polícia Civil de Minas Gerais. Divulgação/PCMG

Os candidatos ao governo de Minas Gerais apresentaram seus planos de governo para poderem concorrer às eleições, como manda a lei eleitoral. Entre as propostas, sugeriram medidas para a Segurança Pública.

Confira abaixo o que cada um elencou como prioridade para a área.

Patrus Ananias (PT)

  • Estabelecer o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) estadual integrado a inteligência e alinhado aos direitos humanos.
  • Uso de inteligência para combate do crime organizado a fim de ruir as finanças dessas facções. Ações de combate aos crimes na internet, fraudes e roubo de aparelhos de celular (Celular Seguro).
  • Expansão da rede de atendimento à Mulher como: Casas da Mulher Brasileira; delegacias especializadas e Patrulha Maria da Penha de Minas Gerais.
  • Criação de uma política estadual de prevenção e combate ao feminicídio e genocídio da juventude negra.
  • Adoção de de câmeras corporais de forma progressiva. Paralelamente, investimento na formação e manutenção da saúde mental dos agentes.
  • Reforço da gestão e separação das pessoas sob custódia do estado de acordo com a gravidade do crime. Redução das prisões provisórias e ampliação dos centros de ressocialização.

Alexandre Kalil (PDT)

  • Remanejamento territorial do efetivo com fortalecimento das Regiões Integradas de Segurança Pública (RISPs).
  • Aplicação da “Muralha Digital” junto a câmeras corporais para transparência e proteção da atuação policial.
  • Foco em investigar, periciar e desarticular financeiramente as organizações criminosas.
  • Valorização profissional das forças de segurança estaduais e ainda, combate ostensivo contra violência à mulheres, crianças e jovens. Valorização de quem protege – agentes de segurança.
  • Controle do sistema prisional pelo estado com apoio às Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (APACs), reintegrando socialmente. Apoio às Guardas Municipais e segurança no meio prisional.
  • Integração entre Defesa CivilCorpo de Bombeiros de acordo com cada região do estado.

Cleitinho (Republicanos)

  • Unificação das bases de dados da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Sistema Prisional e Defesa Civil numa plataforma.
  • Programa educacional de prevenção da violência de gênero (PEPROM), atuando na proteção e ensino básico para as mulheres nas escolas públicas e privadas.
  • Criação e consolidação do Plantão Digital Audiovisual e Descentralizado, com objetivo em acabar com as burocracias policias.
  • Restruturação salarial e contínua das forças de segurança, com realização periódica de concursos públicos, a fim de valorizar os profissionais.
  • Mapeamento das áreas de risco e a atuação preventivos no interior do estado.
  • Sufocamento financeiro de organizações criminosas com foco no combate à lavagem de dinheiro e bloqueio das rotas de tráfico.

Flávio Roscoe (PL)

  • Aumento do policiamento ostensivo com foco principal em áreas com índices criminais elevados. Expansão da presença das polícias nas zonas rurais.
  • Integrar bases de dados e comando especializado das polícias Militar, Civil com o sistema prisional e Corpo de Bombeiros.
  • Implementar ações para o desmantelamento financeiro das organizações criminosas, combatendo a lavagem de dinheiro e em paralelo., bloqueando as rotas do tráfico.
  • Organização e aumento do quantitativo de Delegacias de Proteção à Mulher e de patrulhas protetivas especializadas, com emprego de tornozeleiras em agressores. Promoção paralela de ações educativas nas escolas do estado.
  • Atuação maior das forças policiais no interior de Minas Gerais, tendo como base um mapeamento preventivo as áreas de risco.
  • Valorização do agentes penais. Implementação de critérios para separar detentos, de acordo com o perfil e grau de periculosidade. E ainda, consolidar políticas de incentivo ao estudo e trabalho para presos.

Indira Xavier (UP)

  • Desmilitarizar e tirar o policiamento ostensivo do quadro administrativo militar, dando fim a subordinação e o vínculo com o Exército.
  • Uso de drogas passaria a ser caso de saúde pública. Capacitação da polícia dentro da temática.
  • Aumento nas delegacias especializadas em violência e proteção à mulher, ampliando canais de denúncia, casas de acolhimento e redes de apoio.
  • Desencolvimento de campanhas para combater e prprevenir violência e ao assédio dentro das escolas.
  • Implementação de medidas para intolerância de religiões de matriz africana.

Gabriel Azevedo (MDB)

  • Reconstrução do relacionamento com as forças de segurança com canal direto de comunicação, implementação de política salarial compatível com o limite fiscal. Contratação de efetivo de acordo com a demanda local. Suporte à saúde mental e garantia jurídica aos agentes que trabalham dentro da lei.
  • Criação do Centro Integrado de Inteligência Criminal junto a um banco de dados unificado entre as polícias civil, militar e penal, e o Corpo de bombeiros. Priorização de recursos para a perícia, resolução de crimes cibernéticos e investigação financeira.
  • Custeio direto das despesas do segmento como manutenção de viaturas, combustível, peças e reformas de delegacias a fim de desafogar os municípios.
  • Retomar o controle prisional com bloqueios de celulares sob gestão direta do Estado, isolamento de líderes do crime organizado, ampliação das APACs e nova estruturação do sistema socioeducativo independente do adulto.
  • Criação de portal público com dados criminais atualizados conforme a localização.

Henrique Áreas (PCO)

  • Extinção urgente da polícia militar e de todo o conjunto de equipamentos de ações ostensivas no estado.
  • Todos os trabalhadores, sejam urbanos ou da zona rural, terão direito a autodefesa.
  • Criação de locais de autodefesa organizados pelos trabalhadores e comunidades indígenas.
  • Defesa e liberação de armamento para trabalhadores do campo e indígenas.

Mateus Simões (PSD)

  • Combate às organizações criminosas de forma firme e simultânea em estruturas territoriais e instituições, com sufocamento financeiro.
  • Policiamento em fronteiras do estado de Minas Gerais será prioridade e acontecerá por meio de monitoramento integrado e compartilhamento de dados com estados próximos e União.
  • Expansão do uso de ferramentas de inteligência e tecnológicas na atuação diária policial e da perícia criminal.
  • Aprofundamento das políticas públicas de acolhimento e prevenção à violência doméstica contra mulheres e combate rigoroso ao feminicídio, com integração entre as forças de segurança, assistência social e saúde.
  • Combate a crimes na internet focando nos recursos que sustentam golpistas, aliado a campanhas educacional digital a população.
  • Valorização profissional das equipes de segurança, atendendo desde a remuneração a condições físicas e mentais a melhorias nos equipamentos.
  • Ressocialização de detentos por meio do trabalho e controle prisional nas comunicações e atividades criminosas dentro dos presídios.
  • Tratamento no uso de drogas de em conjunto com a saúde e assistência social.
  • Investimento contínuo da capacitação dos agentes do Corpo de Bombeiros com foco no combate a queimadas.

Professor Túlio Lopes (PCB)

  • Desmilitarização e unificação das polícias civil com a militar formando uma só no âmbito estadual para diminuir burocracias e elevar o índice de atendimentos e resoluções, e o povo como fiscalizador da atuação.
  • Criação de conselhos compostos por agentes da segurança e pessoas civis para fiscalizar e investigar abusos na conduta dos agentes.
  • Priorização de investigações sobre crimes ambientais e financeiros, corrupção e violência doméstica. Rompimento da atuação ostensiva à populações vulneráveis e de periferias.
  • Instituição de um centro único de formação de agentes, com foco na proteção de direitos, conciliação de conflitos e ações comunitárias.
  • Investimento na Inteligência Forense (perícias) e aumento na polícia científica para autonomia integral e imparcialidade.
  • Valorização profissional dos servidores de carreira com garantia e valorização salarial.
  • Políticas de prevenção à violência ligadas diretamente a investimentos em cultura, esporte, educação e trabalho de forma territorial.
  • Desarmamento da população de forma organizada e combate sistêmico de milícias.
  • Extinção das unidades de ensino cívico-militares.

Ben Mendes (Missão)

Não consta plano de governo anexado no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do candidato.

Rafael Duda (PSTU)

  • Extinguir em definitivo os atos de resistência das forças de segurança, de forma a acabar mortes em decorrência de ações policiais.
  • Combate ao genocídio de jovens negros e à violência policial nas periferias.
  • Qualificação rigororsa dos órgãos de segurança pública para atendimento atendimento humanizado às mulheres vítimas de violência, além de aumentar o quantitativo de delegacias especializadas.
  • Descriminalização dos movimentos sociais de forma a proteger o direito de manifestação de trabalhadores e ativistas, com proibição à perseguição e criminalização dessas organizações.
  • Desmilitarização das escolas do estado.
  • Prisao a quem comete os seguintes crimes: desvio de recursos públicos, corrupção, grilagem e garimpos ilegais, além da penalização aos crimes socioambientais cometidos por mineradoras.

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