A Bamboo BR escolheu falar de paz, presença e transformação para encerrar um projeto construído ao longo dos últimos meses. A banda acaba de lançar “Corear”, quarta e última faixa do EP “VIDA”, trabalho que acompanha diferentes etapas de uma jornada pessoal proposta pelo grupo.
Misturando reggae e manguebeat, a nova música parte da ideia de que experiências, encontros e aprendizados também podem transformar a maneira como cada pessoa se relaciona com o mundo.
“‘Corear’ é sobre trazer cor, paz e sentimentos bons por onde passarmos. É sobre ser, existir e respirar o hoje da melhor maneira possível”, explica Ade Jam, compositor da música.
A faixa reúne Ade Jam, Luanah Jones e Regiane Cordeiro nos vocais, além das guitarras de Netto Enes e Vinicius Sampaio. A produção é assinada por Thiago Barromeo, o Barromystic, e Rosin.
Uma história contada em quatro músicas A construção de “VIDA” começou em outubro de 2025, quando a Bamboo BR lançou “Fortalece (Aprendendo a Viver)”, parceria com Caio Pires.
Depois vieram “Coração e Mente”, gravada ao lado de Yutaka, e “Quem Colore Sua Alma?”, colaboração com a banda Ecoalaize.
As quatro faixas foram pensadas como etapas de uma mesma narrativa. O percurso começa pelo aprendizado, passa pela busca por equilíbrio e pelas pessoas que influenciam a trajetória de cada indivíduo até chegar a “Corear”.
Na última música, a proposta é justamente olhar para aquilo que foi absorvido ao longo do caminho e pensar no que pode ser devolvido ao mundo.
Projeto vai virar curta-metragem A história construída nas músicas também ganhará uma versão audiovisual. Os quatro capítulos serão reunidos no curta-metragem “Jahbençoa”, dirigido por Márcio Rocha e Ygor Carvalho.
A produção pretende conectar as diferentes fases apresentadas no EP em uma única narrativa. “Corear” também ganhou um lyric video dirigido por Márcio.
Em atividade desde 2012, a Bamboo BR é formada por Ade Jam, Luanah Jones, Netto Enes, Paulo George, Rafael Ulisses, Italo Spioni, Luizinho Nascimento, Bill Barros e Danilo Valesi.
Com “VIDA”, o grupo mantém o reggae como ponto de partida, mas abre espaço para outras referências sonoras e encerra o projeto com uma mensagem centrada no presente e na forma como experiências pessoais podem ganhar novos significados.











