Paolla Oliveira tem uma carreira repleta de personagens diversos, com profissões e hobbies diferentes, que exigiram muita preparação e dedicação por parte dela. Nesta quinta-feira (20), a atriz usou as redes sociais para relembrar tudo que precisou que aprender para desempenhar com sucesso, os papéis mais marcantes de sua trajetória nas telinhas.
“O que é que eu já tive que aprender com os meus personagens? Nem te conto!”, começou a atriz em um vídeo publicado em seu perfil oficial no Instagram. Na gravação, Paolla surge montando um arranjo de flores enquanto comenta o assunto.
Primeiramente, a atriz relembra Jeiza, de “A Força do Querer” (2017). “Eu aprendi a lutar real, gente. Treinava duas vezes na semana”, contou. Na sequência, a artista revelou que, na época em que interpretou a policial militar, precisou seguir com os treinos de boxe ao longo de todo o período de gravação da novela. “Graduei faixa. Não é que a gente fez no início. Eu fiquei [treinando] durante a novela inteira”, disse.

Paolla também relembrou sua experiência com o adestramento de cães, parte da preparação para dar vida a Jeiza: “O adestramento dos cachorros, por exemplo. Eu não tinha como esquecer. Eu estava todo dia treinando aquilo”, completou. “A Jeiza me deu um trabalhão”, confessou.
Segundo a atriz, para atuar em produções de época como “O Profeta” (2006) e “Ciranda de Pedra” (2008), ela também precisou ter aulas de etiqueta, para aprender a se portar à mesa e até mesmo para controlar o tom de voz. “Eu fiz duas novelas anos 50”, relembrou.
Para dar vida à médica Paloma, protagonista de “Viver à Vida” (2013), a atriz chegou a fazer um workshop em um hospital. Já no set de “Belíssima” (2006), novela em que a artista interpretou a jovem Giovana Sabatini, ela aprendeu palavras em grego: “Só me lembro de Kucla (boneca em tradução livre). Cláudia Raia ainda me chama de Kucla”, disse aos risos.
Em 2025, Paolla interpretou Heleninha Roitman no remake de “Vale Tudo”. Para cumprir a missão, ela precisou aprender técnicas de pintura. “A Heleninha me fez pintar. Saber como misturar uma tinta. Descobrir como que a gente passa o desenho para a tela, que tem um projetor. Coisas que possivelmente na vida eu não iria aprender”, contou.

“Na cara e na coragem, minha gente! Era tiro, porrada e bomba!”, disparou a atriz ao relembrar cenas que exigiram interação com fogo e saltos de paraquedas.
Aprendizado contínuo
Apesar das diversas atividades e esportes que Paolla precisou aprender para dar vida a tantas personagens, ela não parou por aí. Em julho deste ano, a artista passou a praticar natação.

“Agora eu sou uma mulher que nada para um outro personagem. E tem que treinar sério, sabe porque? As cenas demoram. Quanto mais treinadas, quanto mais você souber aquilo que você está fazendo, vai mais rápido, vai melhor”, disse Paolla.
Por fim, a artista destacou a curiosidade como um dos principais elementos que motivam a construção de novos personagens. “É isso que eu levo até hoje é a curiosidade de aprender várias coisas. De toda vez que eu tenho um personagem novo, eu fico muito animada para saber o que ela faz, qual é a profissão, e não só no pensamento. É que eu sou muito física, então assim, trazer essas profissões, trazer essas coisas diferentes para o meu corpo me ajuda, me instiga e me faz feliz”, concluiu.












