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Maioria dos brasileiros prefere emprego CLT, revela pesquisa

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Carteira de TrabalhoRafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Maioria dos brasileiros prefere vagas de emprego com carteira assinada, revelam dados da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: visão da população sobre o mercado de trabalho, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta sexta-feira (10).

Segundo o levantamento, cerca de 36,3%, o equivalente a mais de um terço, dos respondentes apontaram o emprego formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como a oportunidade mais atrativa.

Ainda segundo o estudo, o trabalho autônomo foi apontado como a segunda opção mais atrativa pelos participantes, contabilizando 18,7%. Em seguida, estão o emprego informal (12,3%), trabalho autônomo por meio de plataformas digitais (10,3%), abertura do próprio negócio (9,3%) e contrato como pessoa jurídica – PJ (6,6%). 

Preferência de TrabalhoImagem gerada por IA a partir da pesquisa da CNI

Emprego formal é o preferido entre os jovens

Entre os jovens, o emprego formal aparece como a opção mais citada na pesquisa. Entre respondentes de 25 a 34 anos que estão empregados ou buscam uma oportunidade, o modelo de trabalho alcançou 41,4% . Na faixa etária que vai dos 16 a 24 anos de idade,  carteira assinada foi considerada por cerca de 38,1% . 

 Satisfação com o emprego

Os dados do levantamento também revelam que 95% dos entrevistados estão satisfeitos com o emprego atual, sendo 70% indicando que estão muito satisfeitos. Esses números são resultado do indicado por empregados, empregadores e trabalhadores autônomos. 

Em contraponto, o estudo aponta que 4,6% dos respondentes estão insatisfeitos; desse quantitativo, somente 1,6% estão muito insatisfeitos. De acordo com a pesquisa, esses percentuais podem explicar a baixa rotatividade no mercado de trabalho.

A mobilidade, conforme os dados, é mais recorrente em pessoas mais jovens. “Essa diferença é explicada pela juventude ainda estar construindo a carreira, enquanto os mais velhos costumam priorizar segurança e previsibilidade”, aponta Claudia Perdigão. 

 

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