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Auxílio alimentação e benefícios de servidores sobem; veja quanto

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Auxílio alimentação acumula alta de 160,3%, desde dezembro de 2022Reprodução/Marcello Casal JrAgência Brasil

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (26) aumento do auxílio alimentação, do auxílio pré-escolar e da assistência à saúde complementar para servidores públicos federais.

O vale-alimentação passará de R$ 1.175 para R$ 1.192, um aumento de 1,45%. Os novos valores serão incluídos na folha de pagamento de abril, com depósito em maio aos servidores públicos ativos. Desde dezembro de 2022, o valor acumula alta de 160%.

Já o auxílio pré-escolar, que ajuda no pagamento de creches e escolas para filhos dos servidores, subirá de R$ 484,90 para R$ 526,34, um reajuste de 8,6%. Na comparação com dezembro de 2022, o aumento foi de 64%. Os novos valores serão incluídos na folha de pagamento de maio, e caem na conta dos servidores que recebem o benefício em junho.

A assistência à saúde suplementar, por sua vez, passará de R$ 189,12 para R$ 213,78, com alta de 13%. Em relação a dezembro de 2022, o ganho foi de 46%.O pagamento atualizado será incluído na folha de pagamento de maio, e cai na conta dos funcionários públicos em junho.

O impacto aos cofres públicos é estimado em R$ 283 milhões já previstos no orçamento deste ano.

O anúncio foi feito durante a 14ª Reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente, que reúne representantes do governo e de sindicatos.

Aumentos nos últimos anos

O valor do auxílio alimentação ficou parado por sete anos, entre 2015 e 2022, mantendo-se em R$ 458.

Em 2023, o governo elevou o valor para R$ 658, e nos anos seguintes os reajustes foram mais expressivos. Em 2024 passou a R$ 1.000, em 2025 a R$ 1.175 e agora, em 2026, chega a R$ 1.192.

Outras pautas da reunião

Além dos reajustes, o governo apresentou novas regras para empréstimos consignados e desconto sindical, definidas pela Portaria nº 984/2026, editada em fevereiro deste ano. A portaria estabelece as condições para cadastramento de instituições financeiras, o controle da margem de crédito dos servidores e as penalidades em caso de descumprimento das regras.

A reunião também incluiu debates sobre saúde e qualidade de vida no trabalho, incluindo um programa de prevenção ao assédio e à discriminação, e a proposta de uma nova lei geral para a gestão pública, que ainda está em fase de avaliação pelo governo.

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