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Novas análises revelam contradições dos EUA sobre morte pela ICE

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Alex Pretti foi morto por dois agentes da ICEReprodução | NBC News

Novos documentos revelaram contradições de informações do governo dos Estados Unidos na morte do enfermeiro de UTI, Alex Pretti, no último sábado (25) por agentes da ICE, informou o jornal The Washington Post.

O documento, não menciona que Pretti tenha empunhado uma arma. Isso é totalmente do que foi dito pela administração imediatamente após o confronto, quando altos funcionários descreveram o homem de 37 anos como uma ameaça direta aos agentes federais.

As análises também identificaram que dois agentes da Patrulha da Fronteira atiraram em Pretti durante o tiroteio fatal em Minneapolis, de acordo com um comunicado enviado a alguns membros do Congresso pelo Departamento de Segurança Interna, que fornece a primeira cronologia oficial do confronto com agentes anti-imigração

Gregory Bovino, o comandante da Patrulha da Fronteira que supervisionava a operação em Minneapolis na época, sugeriu que Pretti queria “massacrar” os agentes, enquanto a Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou que ele havia “cometido um ato de terrorismo doméstico”.

A declaração de terça-feira informou que, quando os agentes tentaram prender Pretti, ele resistiu e “houve uma luta”. Um agente gritou várias vezes que ele estava armado, e então dois agentes dispararam suas armas. Pretti foi atingido por vários tiros e declarado morto meia hora depois no Centro Médico do Condado de Hennepin, conforme consta na declaração.

Na terça-feira, o governo Trump recuou em relação a parte de sua retórica inflamatória sobre o tiroteio e substituiu Bovino pelo czar da fronteira, Tom Homan, que chegou a Minneapolis para liderar a enorme operação de fiscalização da imigração em andamento na cidade.

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