O financiamento visa apoiar iniciativas da Frente Parlamentar Mista LGBT+, da qual Hilton é criadora e presidente, em um esforço para fortalecer políticas públicas voltadas para a comunidade LGBTQIA+.
Alocação dos recursos
Os R$ 1,5 milhão serão distribuídos para diferentes áreas de atuação, conforme detalhado abaixo:
- R$638,6 mil serão destinados ao empoderamento e capacitação da comunidade LGBTQIA+, com foco em iniciativas de formação política e promoção da cidadania.
- R$ 522,1 mil têm como objetivo o fortalecimento das paradas LGBTQIA+, eventos que são símbolos de resistência e visibilidade para a comunidade.
- R$ 319,2 mil serão usados para ações de advocacy e colaboração com a Frente Parlamentar LGBTQIA+, incluindo campanhas de conscientização e lobby legislativo.
O primeiro repasse, no valor de R$ 493,3 mil, ocorreu em janeiro de 2025. Outros pagamentos de valores semelhantes estão previstos para os meses de abril e agosto, com o objetivo de cobrir custos administrativos e operacionais da Abong, como contratação de profissionais (secretária executiva, assistente de comunicação, assessoria jurídica, entre outros), além de despesas com hospedagem, passagens e produção de materiais educativos.
Justificativa do projeto
A parceria entre a deputada e a Abong foi justificada como uma medida para promover a cidadania e defender os direitos da comunidade LGBTQIA+ em todo o Brasil.
A proposta busca influenciar mudanças legislativas e políticas que favoreçam a inclusão social por meio de ações de formação, comunicação inclusiva e pesquisa. Além disso, busca reconhecer os direitos dessa comunidade.
Controvérsia e debate ético
O uso de emendas parlamentares para financiar uma organização que presta assessoria direta ao parlamentar tem gerado discussões sobre possíveis conflitos de interesse.













